Orson Wedgwood, um pesquisador de saúde da Nova Zelândia, trouxe à tona uma polêmica visão criacionista sobre a origem do DNA. Em 2026, Wedgwood apresentou a teoria de que a complexidade do DNA indica um criador inteligente, divergindo das explicações tradicionais de origem evolutiva. Ele critica a improbabilidade estatística de o DNA se formar por meios naturais.
Wedgwood não utiliza experimentos em sua abordagem. Ele foca na interpretação da complexidade genética, argumentando que a formação de barreiras celulares ainda não encontra explicações convincentes dentro das teorias evolutivas.
As teorias padrão, como o “Mundo de RNA”, sugerem que o RNA precedeu o DNA, mas Wedgwood acredita que essas explicações não cobrem adequadamente a origem das células modernas.
Desafios à teoria convencional
Wedgwood também questiona a ideia de que o DNA e as células poderiam ter surgido espontaneamente. Ele considera esses processos quimicamente inviáveis sem intervenção externa.
As teorias convencionais especulam sobre a transição de moléculas simples para formas de vida complexas, mas Wedgwood vê um papel essencial para uma barreira celular protetora anterior ao desenvolvimento dos sistemas completos de DNA.
Wedgwood critica mecanismos como “bolhas oleosas”, que supostamente abrigam reações iniciais de formação de vida, alegando que eles deixam lacunas significativas no entendimento da origem celular.
Wedgwood passou a se interessar pela origem da vida após enfrentar crises pessoais de fé. Sua crítica à improbabilidade estatística e à inviabilidade química, por mais provocativas que sejam, não oferece um modelo alternativo falseável.











