Placas de trânsito são fundamentais no trânsito. Por meio de suas cores, símbolos e até formato, elas comunicam rapidamente informações indispensáveis para o motorista, como orientações, alertas e restrições sobre a via. Quando estamos no processo para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), temos que aprender os significados das placas para a prova teórica, mas, depois disso, é bem comum que o significado de algumas, principalmente das sinalizações menos comuns no dia a dia, vá fugindo da memória.
Como você já viu pelo título, aqui, nós vamos falar da placa de trânsito que é um círculo branco com borda vermelha com o desenho de um carro ou motocicleta e uma risca vermelha por cima. Você provavelmente vai se deparar com essa sinalização durante uma viagem pela Argentina. Ela significa que carros e motos não podem passar por aquela via. Isso não significa que pedestres e bicicletas não possam circular por essa rua, mas os veículos que aparecem na placa estão proibidos.
De acordo com a revista Oeste, essa sinalização é do grupo R.3: “Não circular determinado tipo de trânsito” no sistema argentino. O Anexo L do Decreto 779/1995 explica que figuras usuais desse tipo de placa são carros, motos, caminhões, entre outros símbolos.
Placas de trânsito são universais?
Resposta rápida: não. A Convenção de Viena sobre Sinalização Rodoviária, de 1968, estabeleceu um padrão internacional de símbolos, cores e formas para placas de trânsito, mas não são todos os países que adotaram o modelo.











