Sabe aquele ditado popular de que “quando uma porta se fecha, outra se abre”? Ele nem sempre se prova verdadeiro na “vida real”, mas se encaixa muito bem na história de Leonardo Ferreira e como ele criou sua empresa atualmente avaliada em R$ 150 milhões, o grupo Pleno. Confira a história de como o empresário começou esse negócio com o que parecia ser uma péssima notícia: sua demissão.
Como Leo criou a empresa Grupo Pleno após ser demitido
Antes de criar a Pleno, lá na década de 1990, Leonardo Ferreira entrou no mercado de eventos trabalhando como office boy em uma empresa que filmava congressos médicos para depois vender o conteúdo em fitas para os profissionais. Segundo a Exame, a empresa oferecia um curso de cinegrafista e Leonardo pediu para assistir às aulas, mesmo sem dinheiro para pagar. Depois disso, quando cinegrafistas se atrasavam para cobrir os congressos, ele começou a substitui-los. De office boy, ele foi para cinegrafista e passou até a coordenar equipes.
Nessa época, ele decidiu comprar sua primeira câmera e seu primeiro tripé. A ideia dele era alugar os equipamentos para a empresa em que ele trabalhava, mas seus empregadores interpretaram a compra como preparação para abrir um concorrente e ele acabou sendo dispensado.
Antes ele podia não estar pensando em abrir uma concorrente… mas depois da demissão foi exatamente isso que ele fez. Ao lado de um sócio, ele abriu a Pleno com 21 anos em 1996. Nos primeiros anos, eles trabalhavam com congressos médicos menores. No fim dos anos 90, ele e o sócio seguiram caminhos separados. Nos anos seguintes, Leonardo começou a trabalhar em outros tipos de eventos e foi expandindo seus negócios até chegar ao que o Grupo Pleno é hoje.
Atualmente, segundo a Exame, o Grupo Pleno tem cerca de 500 funcionários, operações em diferentes capitais brasileiras e espera terminar o ano com um faturamento entre R$ 140 milhões e R$ 150 milhões.











