Apesar de muitas vezes ter o lazer como objetivo, uma viagem aérea pode acabar sendo bastante desgastante para pacientes idosos, não apenas quando o avião está no ar, mas também em todo o processo no aeroporto para embarcar, desembarcar e em eventuais conexões. Mas existem regras e orientações que prometem facilitar pelo menos um pouco essa jornada.
No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) enquadra pessoas a partir dos 60 anos de idade como Passageiros com Necessidade de Assistência Especial (PNAE)*
Outros grupos enquadrados como PNAE são:
- Pessoas com deficiência,
- Gestantes e lactantes,
- Pessoas com criança de colo,
- Pessoas com mobilidade reduzida, ou
- Qualquer pessoa que, por alguma condição específica, tenha limitação na sua autonomia como passageiro.
Quais direitos passageiros idosos têm na hora de fazer viagens aéreas?
Além das filas e embarque prioritário que prometem facilitar bastante a vida dos mais velhos, outros serviços disponíveis são assistência no check-in, no deslocamento dentro do aeroporto (que pode ser bastante cansativo), na passagem por controles de segurança e acompanhamento até a saída na hora do desembarque. Idosos que precisem de acompanhamento ou cuidados médicos especiais como maca ou oxigênio também podem têm direito a isso. É preciso sinalizar a necessidade de assistência especial no momento da compra da passagens, para que as companhias aloquem funcionários e equipamentos necessários.
Lembrando: as regras da Anac se aplicam apenas a procedimentos de embarque e desembarque feitos aqui dentro do Brasil e aos procedimentos prévios à viagem e durante o voo de uma etapa com partida fora do território nacional.




