Os protestos no Irã passam por desafios amplos, impulsionados por dificuldades econômicas e sociais. Contudo, o bloqueio nacional da internet, decidido na última quinta-feira (9), imposto pelo governo, tem sido uma ferramenta crucial para silenciar manifestações.
A medida restringe a disseminação de informações nas principais cidades, como Teerã, Mashhad e Karaj. Essa estratégia visa controlar a narrativa internacional sobre os confrontos.
O regime iraniano utiliza o bloqueio de internet como uma ferramenta recorrente para sufocar movimentos dissidentes. Durante protestos, é comum, além do corte de internet, a interrupção de linhas telefônicas e mensagens de texto, isolando ainda mais os manifestantes. Em 2019, uma situação semelhante resultou em centenas de mortes, conforme dados da Amnistia Internacional.
Desafios internacionais e consequências aproximadas
Organizações de direitos humanos estão preocupadas com a segurança dos manifestantes, que enfrentam o uso excessivo da força pelas autoridades. Relatos apontam disparos contra civis, aumentando o risco de vítimas.
O apagão digital também complica a coleta de evidências sobre abusos, prejudicando a pressão da comunidade internacional sobre Teerã.
Impacto na comunidade e economia
A censura digital tem impactos significativos na comunicação entre cidadãos, limitando a troca de informações em tempo real. Além disso, negócios online enfrentam dificuldades econômicas.
As restrições também aumentam a desinformação no país, devido à falta de acesso a conteúdo oficial e confiável.




