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BR movimentada voltará a ter radares espalhados e motoristas podem ser pegos de surpresa

Por Pedro Silvini
09/02/2026
Em Geral
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BR 470

(Reprodução/O Rodeense)

Motoristas que trafegam pelas rodovias federais de Santa Catarina devem redobrar a atenção. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) iniciou a reinstalação de radares de velocidade no estado, incluindo trechos da BR-470, uma das vias mais movimentadas da região. A medida faz parte de um novo contrato firmado no fim de 2025 e prevê a implantação gradual dos equipamentos ao longo de cerca de um ano.

No Alto e Médio Vale do Itajaí, os primeiros equipamentos já estão em fase de instalação. Os radares serão posicionados em Indaial (km 82), Ibirama (kms 111 e 120) e Agronômica (km 158). Nesses pontos, os limites de velocidade variam entre 50 km/h e 60 km/h, definidos conforme as características da via, o volume de tráfego e o histórico de acidentes.

A BR-470 é considerada estratégica para o estado por concentrar intenso fluxo de veículos de passeio e transporte de cargas, além de atravessar áreas urbanas, o que aumenta o risco de colisões e atropelamentos.

Plano estadual prevê 321 faixas de fiscalização

A reinstalação dos radares integra um plano mais amplo do DNIT para Santa Catarina. Ao todo, estão previstas 321 faixas de fiscalização distribuídas em 201 pontos estratégicos das rodovias federais que cortam o estado. Mais de 80 locais já foram priorizados nesta fase inicial.

No Oeste catarinense, por exemplo, motoristas que utilizam a BR-153 e a BR-282, especialmente no trecho entre Irani e Pinhalzinho, já encontram equipamentos em processo de implantação. Na BR-282, em áreas da Grande Florianópolis, a velocidade máxima permitida pode chegar a 100 km/h, conforme a configuração da rodovia.

Instalação ocorre em etapas

Segundo o DNIT, o processo segue etapas técnicas obrigatórias. Primeiro, são realizados estudos de engenharia para avaliar o risco e a necessidade de fiscalização. Em seguida, ocorre a implantação da sinalização vertical e horizontal. Somente após a conclusão dessa fase os radares passam a operar e a aplicar multas.

O órgão reforça que os limites de velocidade não são definidos de forma aleatória. Critérios como o histórico de acidentes, a intensidade do tráfego e as condições geométricas da pista são determinantes para a escolha dos locais e das velocidades regulamentadas.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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