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Brasil pode liderar nova aliança global com Japão, Inglaterra, Canadá e Austrália contra os Estados Unidos

Por Pedro Silvini
04/02/2026
Em Geral
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Brasil

(Reprodução/IStock)

O Brasil foi apontado pela organização Human Rights Watch (HRW) como um dos países centrais para liderar uma nova aliança global em defesa da democracia e dos direitos humanos, em um cenário de crescente desgaste da ordem internacional liderada pelos Estados Unidos. A avaliação consta no 36º Relatório Mundial de Direitos Humanos, divulgado nesta quarta-feira (4), que faz duras críticas ao governo do presidente norte-americano Donald Trump.

Segundo a ONG, o retorno de Trump à Casa Branca intensificou um processo global de retrocesso democrático, já pressionado pela atuação de potências como China e Rússia. Para a entidade, a resposta a esse movimento passa pela formação de uma coalizão internacional comprometida com valores democráticos e o respeito às normas do direito internacional.

Além do Brasil, a Human Rights Watch cita Canadá, Japão, Austrália, Reino Unido e países da União Europeia como peças-chave dessa possível aliança. O grupo defende que a coalizão vá além de discursos políticos e estabeleça acordos comerciais e de segurança condicionados ao respeito aos direitos humanos, criando incentivos concretos para a manutenção desses princípios.

“O sistema global de direitos humanos está em perigo”, afirmou Philippe Bolopion, diretor-adjunto da HRW. Segundo ele, a ordem internacional baseada em regras está sendo “destruída” pela pressão do governo Trump, somada à atuação persistente de regimes autoritários.

A organização também destaca a importância de uma atuação coordenada desse grupo nas Nações Unidas, com o objetivo de preservar mecanismos internacionais de responsabilização e frear abusos cometidos por Estados e líderes políticos.

Críticas duras aos Estados Unidos

O relatório dedica um capítulo especialmente crítico aos Estados Unidos, algo considerado impensável em edições anteriores. A HRW afirma que Trump demonstra “desprezo flagrante pelos direitos humanos” e aponta uma série de ações que, segundo a entidade, indicariam uma guinada autoritária no país.

(Reprodução/Jenny Kane/AP)

Entre os exemplos citados estão operações consideradas abusivas da agência de imigração (ICE), o uso de forças de segurança em ações internas vistas como politicamente motivadas, além de perseguição a adversários e tentativas de enfraquecer freios e contrapesos institucionais.

A ONG também reiterou a acusação de que os EUA cometeram desaparecimentos forçados, crime previsto no direito internacional, ao deportar 252 migrantes venezuelanos para uma prisão de segurança máxima em El Salvador. Relatos posteriores apontaram denúncias de tortura, agressões físicas e violência sexual.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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