Segundo informações do Ministério da Saúde, foram confirmados 48 casos de mpox no Brasil este ano. Entre eles, foram 41 casos no estado de São Paulo, três no Rio de Janeiro e apenas um no Distrito Federal, Rondônia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Até o momento, não foi registrado nenhum óbito e os casos foram, em sua maioria, leves ou moderados.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o país conta com uma vigilância ativa para casos da doença e reforça que o Sistema Único de Saúde está preparando para identificar os casos e acompanhar os pacientes. “As equipes de vigilância seguem monitorando e investigando os casos, com rastreamento de contatos pelo período de 14 dias, medida essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão”, afirma a pasta,
Mpox
O mpox é uma doença viral da mesma família da varíola, só que mais rara e, normalmente, mais leve. Segundo o jornal O Globo, a doença pode ser transmitida por meio de contato físico com alguém infectado, com materiais ou animais infectados. Uma evolução do vírus – a cepa 2b – fez ele também ser capaz de se disseminar através de relações sexuais, o que fez ele se propagar globalmente em 2022.
De acordo com o Ministério da Saúde, os sintomas são:
- Erupções cutâneas ou lesões de pele
- Linfonodos inchados (ínguas)
- Febre
- Dor de cabeça
- Dores no corpo
- Calafrio
- Fraqueza
O SUS conta com vacina contra a doença, mas ela é restrita para pessoas que vivem com HIV/aids, que já tem um sistema imunológico abalado, profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o vírus ou pessoas que tiveram contato com alguém infectado.




