A mina de diamantes Braúna, situada a 10 km de Nordestina, no sertão da Bahia, destaca-se no cenário da mineração desde 2016. Operada pela empresa canadense Lipari Mineração Limitada, a mina já recebeu mais de 100 milhões de dólares em investimentos para extrair diamantes de kimberlito.
Considerada a maior da América Latina, Braúna é uma fonte significativa de produção e qualidade de gemas no Brasil.
Nordestina, com cerca de 18 mil habitantes, transformou-se em um centro econômico por causa da mina. A fabricação de diamantes gera empregos diretos e indiretos, contribuindo para o aumento da arrecadação municipal. Essa atividade fortalece Nordestina como um polo estratégico de mineração, atraindo investimentos que beneficiam a economia local.
Avanços tecnológicos na mineração
A operação da mina Braúna, iniciada a céu aberto, agora planeja uma transição para a mineração subterrânea. Com a aprovação da licença em 2025, a Lipari implementará o método Sublevel Retreat para melhorar a eficiência da extração.
Essa mudança visa expandir a capacidade e prolongar a vida útil da mina, assegurando um futuro promissor para a indústria local.
Impacto internacional dos diamantes da Bahia
Os diamantes de Nordestina são valorizados particularmente na Europa e na América do Norte, solidificando a Bahia como líder na extração primária de diamantes no Brasil.
Além disso, a região destaca-se pela diversidade mineral, abrangendo esmeraldas, quartzo rutilado e ouro, o que transforma a Bahia em um dos principais polos minerais do Brasil.
A mina Braúna continua a ser uma peça essencial no setor de mineração nacional. A transição para subterrânea amplia o potencial da mina, assegurando que Nordestina permaneça no mapa internacional da indústria de gemas.



