Nesta terça-feira, dia 27 de janeiro, os cientistas do Bulletin of the Atomic Scientists ajustaram o Relógio do Juízo Final para 85 segundos antes da meia-noite. As razões por trás dessa atualização envolvem tensões crescentes entre potências nucleares e avanços tecnológicos. Essa é a menor marcação desde a criação do relógio em 1947, simbolizando o iminente perigo de autodestruição.
Os principais fatores que motivaram essa decisão incluem os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio, além do comportamento agressivo de países como Estados Unidos, Rússia e China.
A quebra do Novo Tratado Start, que regulava ogivas nucleares, intensificou as preocupações. O avanço da inteligência artificial também levanta dúvidas sobre seus impactos na segurança global.
Origens e evolução do relógio
O Relógio do Juízo Final foi criado após a Segunda Guerra Mundial. O objetivo era alertar sobre o risco de catástrofes globais, inicialmente marcado a sete minutos da meia-noite.
Desde então, os ponteiros têm oscilado conforme o cenário mundial, refletindo avanços e retrocessos em controle nuclear e segurança global.
Os cientistas responsáveis pela atualização anual do relógio avaliam constantemente eventos globais significativos. As considerações incluem ameaças nucleares, riscos ambientais e inovações tecnológicas potencialmente perigosas.
Fatores da atualização de 2026
Vários fatores contribuíram para a atualização do relógio este ano. A agressividade das potências nucleares e as tensões em áreas como Ucrânia e Oriente Médio ampliaram as incertezas. O colapso de importantes tratados de desarmamento elevou o temor de uma nova corrida armamentista.
O Relógio do Juízo Final funciona como um alerta contínuo sobre a fragilidade da segurança global diante de múltiplas ameaças. Cientistas e ativistas desejam sensibilizar líderes mundiais e a sociedade sobre a necessidade urgente de soluções que impeçam uma escalada nuclear e tecnológica descontrolada.
O ajuste do Relógio do Juízo Final em 2026 destaca a urgência de ações eficazes contra ameaças atuais.




