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Cientistas nucleares fazem alerta máximo: restam 1 minuto e 25 segundos para o maior desastre da humanidade

Por Alan da Silva
27/01/2026
Em Geral
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nuclear

Foto ilustrativa: Markus Distelrath/Pexels

Nesta terça-feira, dia 27 de janeiro, os cientistas do Bulletin of the Atomic Scientists ajustaram o Relógio do Juízo Final para 85 segundos antes da meia-noite. As razões por trás dessa atualização envolvem tensões crescentes entre potências nucleares e avanços tecnológicos. Essa é a menor marcação desde a criação do relógio em 1947, simbolizando o iminente perigo de autodestruição.

Os principais fatores que motivaram essa decisão incluem os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio, além do comportamento agressivo de países como Estados Unidos, Rússia e China.

A quebra do Novo Tratado Start, que regulava ogivas nucleares, intensificou as preocupações. O avanço da inteligência artificial também levanta dúvidas sobre seus impactos na segurança global.

Origens e evolução do relógio

O Relógio do Juízo Final foi criado após a Segunda Guerra Mundial. O objetivo era alertar sobre o risco de catástrofes globais, inicialmente marcado a sete minutos da meia-noite.

Desde então, os ponteiros têm oscilado conforme o cenário mundial, refletindo avanços e retrocessos em controle nuclear e segurança global.

Os cientistas responsáveis pela atualização anual do relógio avaliam constantemente eventos globais significativos. As considerações incluem ameaças nucleares, riscos ambientais e inovações tecnológicas potencialmente perigosas.

Fatores da atualização de 2026

Vários fatores contribuíram para a atualização do relógio este ano. A agressividade das potências nucleares e as tensões em áreas como Ucrânia e Oriente Médio ampliaram as incertezas. O colapso de importantes tratados de desarmamento elevou o temor de uma nova corrida armamentista.

O Relógio do Juízo Final funciona como um alerta contínuo sobre a fragilidade da segurança global diante de múltiplas ameaças. Cientistas e ativistas desejam sensibilizar líderes mundiais e a sociedade sobre a necessidade urgente de soluções que impeçam uma escalada nuclear e tecnológica descontrolada.

O ajuste do Relógio do Juízo Final em 2026 destaca a urgência de ações eficazes contra ameaças atuais. 

Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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