Cocoroco, a bebida alcoólica mais forte do mundo, é produzida pela comunidade aymara na Bolívia. Com 96% de teor alcoólico, desafia limites técnicos de destilação. Feita a partir da cana-de-açúcar, é consumida pura ou com chás. Lançada no mercado boliviano, a bebida simboliza a rica tradição cultural local.
Na Bolívia, o cocoroco é legal, mas sua alta graduação é proibida em países como Brasil e Chile. No Brasil, o limite alcoólico permitido é de 54%, tornando o cocoroco ilegal. Este cenário revela a complexidade das legislações que tentam equilibrar tradição e segurança.

Comparações com outras bebidas fortes
O Spirytus Rektyfikowany, vodka polonesa com 96% de álcool, é similar. Recomenda-se seu uso em coquetéis devido ao risco do consumo puro.
Outras bebidas como absinto, com teor de 45% a 74%, são conhecidas por sua conexão cultural e histórica, em especial na Europa.
Produção do cocoroco
O cocoroco não é apenas uma bebida; é uma expressão da cultura aymara. Produzido artesanalmente, ele reforça a identidade local, utilizado em rituais e celebrações. Isso explica parte de seu valor além da simples ingestão.
Bebidas de alto teor alcoólico, como o cocoroco, têm aplicações além do consumo. Podem servir para infusões artesanais ou fins industriais, dado seu poder de conservação e esterilização. Entretanto, exigem manuseio responsável.
Com a riqueza de contexto e história, o cocoroco continua a intrigar tanto entusiastas de destilados quanto estudiosos culturais. Em 2026, permanece como exemplo de bebida potente e icônica na Bolívia.




