O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, passará por uma enorme transformação até 2028. O investimento, confirmado em R$ 2 bilhões, visa a construção de um novo terminal de passageiros, com capacidade operacional aumentando para 29,5 milhões de passageiros por ano.
Este projeto é essencial para um dos aeroportos mais movimentados do Brasil, marcando uma evolução no setor aéreo nacional.
As obras serão realizadas por meio de recursos destinados à ampliação da infraestrutura existente. A concessão está nas mãos da Aena Brasil, responsável por administrar o aeroporto. O novo terminal contará com uma área ampliada para 105.000 metros quadrados, aumentando eficiência e conforto.
Detalhes do novo terminal de Congonhas
Com a chegada do novo terminal, Congonhas verá 37 posições para aeronaves comerciais. Destas, 19 serão acessíveis diretamente pelas pontes de embarque.
As melhorias também incluem um saguão de check-in com 72 posições e um maior número de canais de inspeção de segurança, passando de 10 para 17. Haverá ainda um píer de 330 metros de comprimento para agilizar o fluxo de passageiros, além de acesso direto à Linha Ouro do metrô.
Todas essas alterações fazem parte do plano de preparar o aeroporto para receber voos internacionais a partir de 2028. A integração com a infraestrutura de transporte público visa facilitar a mobilidade dos usuários e melhorar o tempo de embarque e desembarque.
Planejamento para voos internacionais
O projeto de modernização segue as diretrizes da Política Nacional de Aviação Civil. Congonhas está preparado para iniciar voos internacionais conforme a entrega do novo terminal.
O objetivo é atender a demanda por rotas de curta e média distância na América do Sul, ampliando a conectividade aérea de São Paulo.
A Administração do Aeroporto de Congonhas vê essa mudança como estratégica para expandir e internacionalizar o terminal, promovendo o aeroporto como um ponto central para conexões internacionais na região.
Com as obras, espera-se a criação de empregos temporários e permanentes, embora números específicos sobre o impacto no emprego durante e após a construção não tenham sido oficialmente divulgados.




