Com a chegada de 2026, a otimização da aposentadoria pelo INSS se torna relevante para muitos brasileiros. Isso deve-se às mudanças trazidas pela Reforma da Previdência de 2019, que alterou o cálculo do benefício, considerando a média de 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994.
Receber o teto do INSS exige planejamento a longo prazo. A primeira ação para maximizar o benefício é a simulação no portal Meu INSS. Essa ferramenta fornece uma visão clara da situação atual do contribuinte, permitindo um planejamento adequado das contribuições futuras.
O Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) também precisa ser revisado para garantir a precisão das informações, evitando uma possível redução no valor da aposentadoria.
Outro fator essencial é escolher a regra de transição mais vantajosa. Optar corretamente entre as várias opções disponíveis pode ter um impacto significativo no valor final do benefício. Isso inclui identificar o momento certo para solicitar a aposentadoria, influenciando diretamente seu valor.
Pagar o INSS sobre o teto em 2026 significa contribuir com 20% (autônomos/facultativos) sobre o valor máximo de R$ 8.475,55, totalizando R$ 1.695,11 mensais.
Estratégias de contribuição
Contribuições consistentes e estratégicas são fundamentais para aumentar a aposentadoria. Para aqueles que já alcançaram o tempo de contribuição necessário, continuar contribuindo pode elevar o percentual aplicado sobre a média salarial.
Para autônomos e contribuintes individuais, contribuir com valores mais altos pode ser vantajoso, lembrando que a contribuição máxima não deve ultrapassar o teto previdenciário.
Timing
O momento de solicitar a aposentadoria é crucial. Adiar o pedido pode ser vantajoso, especialmente se as contribuições recentes forem mais elevadas do que as anteriores, melhorando a média salarial.
Isso também ajuda a reduzir o impacto de contribuições antigas e mais baixas, aumentando potencialmente o valor final da aposentadoria.




