Donald Trump voltou a ser o centro das atenções durante uma reunião em Davos, na Suíça, quando uma mancha roxa tornou-se visível em sua mão. A aparição deste hematoma ocorreu nesta quinta-feira, dia 22 de janeiro, durante um evento do “Conselho de Paz”.
A situação gerou especulações sobre a saúde do presidente dos Estados Unidos. Embora Trump reafirme que se encontra em perfeita saúde, sua condição atual chamou a atenção midiática global.

Enigma das manchas na mão
Desde julho de 2025, Donald Trump foi observado com frequentes hematomas em suas mãos. Trump atribuiu as manchas a doses elevadas de aspirina, um anticoagulante usado para evitar que o sangue fique espesso.
Contudo, a aspirina pode causar efeitos colaterais graves, como hemorragias internas, se consumida em excesso sem orientação médica. O presidente também mencionou um incidente com a procuradora-geral Pam Bondi, que teria resultou em uma lesão causada por um anel. Para disfarçar os hematomas, Trump usa maquiagem e curativos em apresentações públicas.
Erosão da imagem pública
A saúde de Trump tem sido objeto de crescente interesse público, especialmente porque ele completará 80 anos em junho. Além dos hematomas, observadores notaram sinais de desgaste físico: tornozelos inchados e dificuldades para manter os olhos abertos em eventos oficiais.
Trump sempre destacou seu vigor físico como parte de sua imagem pública, contrastando com seu predecessor, Joe Biden. Contudo, os sinais recentes podem impactar a opinião pública sobre sua vitalidade e capacidade de liderança.
Conselho de Paz
O acontecimento na reunião em Davos ocorreu durante o anúncio do “Conselho de Paz”. O conselho visa abordar conflitos internacionais, como o da Faixa de Gaza. Entretanto, a saúde de Trump virou foco, desviando a atenção de suas intenções diplomáticas.
A Casa Branca declarou que 25 países concordaram em participar do conselho, enquanto nações como a Rússia ainda estão avaliando a proposta.
A apresentação do ‘Conselho de Paz’ foi ofuscada pela saúde de Trump e pela resposta da mídia. A reaparição da mancha em Davos reacendeu debates sobre a saúde de Trump.




