Em uma apresentação no cenário global de espionagem, a China revelou um avanço tecnológico notável: o “drone mosquito”. Apresentado em 2025 pela Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa do país, este minúsculo equipamento foi desenvolvido para uso em operações militares e de inteligência. Este drone, que se assemelha a um inseto, traz novas possibilidades para operações secretas nos campos de batalha modernos.
Os drones medem 1,3 centímetro de comprimento e são equipados com tecnologia avançada, como microcâmeras. Embora enfrentem desafios, como a capacidade limitada de bateria e resistência climática, representam um avanço significativo em espionagem militar.

Comparados aos drones tradicionais, esses minidrones são difíceis de detectar visualmente e oferecem potencial estratégico inegável.
Competição global por nanodrones
A China não está sozinha na corrida por nanodrones. Nações como os Estados Unidos investem no desenvolvimento de tecnologias semelhantes. Apesar disso, a China destaca-se por compartilhar publicamente suas conquistas.
Um paralelo pode ser feito com o RoboBee de Harvard, um drone ambiental de três centímetros, mostrando o interesse global por essa tecnologia. O RoboBee, focado em aplicações ambientais, não possui fins militares, diferentemente do “drone mosquito” chinês.
Aplicações
Além da espionagem, os drones têm aplicações potenciais em situações de emergência, como resgates. Contudo, sua proliferação suscita preocupações sobre segurança e privacidade.
A presença de tais dispositivos impacta estratégias de segurança e relações diplomáticas, sugerindo uma nova era onde as tradicionais armas dão lugar à vigilância invisível.




