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Elemento mais caro do planeta supera ouro, esmeralda e diamante e vale R$ 168 milhões por grama

Por Alan da Silva
23/01/2026
Em Geral
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Foto ilustrativa: aleksandarlittlewolf/Freepik

Foto ilustrativa: aleksandarlittlewolf/Freepik

O califórnio-252 desponta como uma das substâncias mais valiosas do planeta, tanto em complexidade quanto em custo. Em 2026, seu valor é estimado em 27 milhões de euros (cerca de R$ 168 milhões) por grama. Este isótopo radioativo, produzido em laboratórios, é vital para a indústria de reatores nucleares. 

Produzido pela primeira vez na Universidade de Berkeley na década de 1950, o califórnio-252 é gerado por meio do bombardeamento de cúrio, em um processo que leva anos para produzir alguns miligramas.

Um disco de califórnio com cerca de 1 mm de diâmetro (Imagem: Departamento de Energia dos EUA)

Atualmente, sua produção é restrita a dois locais no mundo: o Laboratório Nacional de Oak Ridge, nos Estados Unidos, e o Instituto de Pesquisa de Reatores Atômicos em Dimitrovgrad, na Rússia.

Características do califórnio-252

A produção deste isótopo demanda uma infraestrutura nuclear avançada. O bombardeamento de alvos de cúrio é um procedimento técnico que resulta em uma fonte potente de nêutrons. O califórnio-252 desempenha o papel de um iniciador de reações de fissão nuclear em cadeia.

Com uma meia-vida de apenas 2,6 anos, é necessário manter sua produção constantemente para garantir um suprimento viável.

Este isótopo tem características que o tornam indispensável em determinadas aplicações. Sua habilidade de liberar uma quantidade impressionante de nêutrons é usada tanto na medicina quanto na indústria. Porém, a complexidade e limitação de produção o tornam um material de custo elevado.

Aplicações médicas e industriais

O califórnio-252 exerce um papel essencial em tratamentos médicos como a braquiterapia, onde suas emissões de nêutrons são aplicadas no tratamento de câncer.

Além disso, é utilizado em prospecções geológicas para detectar a presença de petróleo, permitindo análises precisas em locações remotas. Nos campos médico e industrial, o uso de califórnio-252 prova ser significativo.

Entretanto, o manuseio deste material requer cuidado extremo devido à sua alta radioatividade. Normas rigorosas de segurança são exigidas para evitar riscos biológicos, necessitando de recipientes blindados e licenças apropriadas para transporte. O tratamento deste material exige supervisão atenta e métodos de segurança avançados.

Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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