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Enquanto Mpox assusta o mundo, outro vírus muito mais letal está se espalhando na surdina

Por Alan da Silva
24/02/2026
Em Geral
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Foto ilustrativa: Freepik

Foto ilustrativa: Freepik

Os vírus Mpox e Nipah são dois patógenos preocupantes em 2026, suscitando alarme global devido às suas características específicas. A Mpox tem um potencial significativo de contágio internacional, enquanto o vírus Nipah, com localização mais restrita e menor transmissão, apresenta uma alta taxa de mortalidade em áreas da Ásia.

As autoridades de saúde estão estudando o risco de surtos desses vírus e desenvolvendo estratégias para mitigar possíveis impactos.

Avanço da Mpox pelo mundo

A Mpox é uma infecção causada pelo ortopoxvírus, comparável à varíola humana, manifestando-se por erupções cutâneas, febre e dores no corpo. O contato direto com lesões ou fluidos corporais é a principal forma de transmissão.

Desde 2022, houve relatos da doença fora da África, demonstrando sua capacidade de atravessar fronteiras e preocupando especialistas sobre surtos em regiões densamente povoadas. A letalidade varia, especialmente entre indivíduos imunossuprimidos, mas a maioria das pessoas se recupera com tratamento adequado.

Nipah: uma ameaça letal localizada

Diferente da Mpox, o vírus Nipah permanece geograficamente restrito, notável por sua gravidade. Ele pertence ao gênero Henipavirus e mora em morcegos frugívoros, podendo infectar seres humanos e porcos.

A transmissão ocorre pelo contato com fluidos corporais ou alimentos contaminados. Surtos recentes na Ásia revelaram uma letalidade que pode atingir 95%, agravando a preocupação de saúde pública.

Transmissão 

Os riscos apresentados pelo Mpox e Nipah não se resumem apenas à sua gravidade, mas também à capacidade das infraestruturas de saúde em responder adequadamente. A Mpox, com alta transmissibilidade, desafia as fronteiras nacionais, enquanto a mortalidade do Nipah requer atenção internacional.

Urbanização, uso do solo e mobilidade global amplificam o risco de propagação. Medidas rigorosas de vigilância e resposta rápida são essenciais para evitar crises.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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