O rendimento médio do trabalhador brasileiro alcançou R$ 3.652 no trimestre encerrado em janeiro de 2026. Este valor reflete o cenário econômico atual do país, em que o mercado de trabalho tem demonstrado resiliência.
Em comparação ao trimestre anterior, houve um crescimento de 2,8% no rendimento, enquanto que em relação ao mesmo período do ano passado, a expansão foi de 5,4%.
Já a situação do desemprego aponta uma taxa de 5,4% para o trimestre, uma das menores já registradas na série iniciada em 2012. A informalidade também apresentou queda, com um índice de 37,5%, o menor desde julho de 2020.
A massa de rendimento, que soma os salários de todos os trabalhadores brasileiros, atingiu R$ 370,3 bilhões, um recorde no início de 2026.
O rendimento médio de R$ 3.652 é aproximadamente 2,2 vezes maior que o salário mínimo atual de R$ 1.621. Esse patamar reforça o ganho de poder de compra em 2026, indicando que a média salarial nacional supera o dobro do piso fixado pelo governo federal.
Dinâmica do mercado de trabalho
O mercado de trabalho no Brasil segue em crescimento. A população empregada chegou a 102,7 milhões, absorvendo 1,7 milhão de novos profissionais ao longo do ano passado.
Estes dados demonstram uma economia que encontra estabilidade. A diminuição da informalidade também se traduz em menor dependência de programas sociais, o que gera um impacto positivo no consumo e no ciclo econômico.
Regiões brasileiras ainda enfrentam desigualdades salariais significativas. Estados como o Distrito Federal e São Paulo registram rendimentos médios mais altos, em contrapartida às regiões Norte e Nordeste, que permanecem abaixo da média nacional.
O ano de 2026 consolida avanços no rendimento médio dos trabalhadores e na redução do desemprego.




