A FIFA está planejando expandir a Copa do Mundo de Clubes para 48 equipes a partir de 2029, adotando uma periodicidade bienal. A proposta, que segue o modelo da Copa do Mundo de seleções, visa aumentar a competitividade e a receita do torneio, mas enfrenta desafios significativos. A expansão deve ocorrer após a primeira edição com 32 equipes nos Estados Unidos.
Clubes como Real Madrid e Manchester United têm mostrado apoio à mudança, motivados por potencial financeiro significativo. O Chelsea ganhou prêmios expressivos na edição passada, destacando o incentivo econômico do torneio.
Essa transformação reflete o desejo dos clubes de aumentar sua presença em competições globais, embora a implementação demande ajustes logísticos.
Antes do Mundial de Clubes oficial da FIFA, existiu uma competição chamada Copa Intercontinental (ou Copa Toyota), que era disputada entre os campeões da Europa (Liga dos Campeões da UEFA) e da América do Sul (Copa Libertadores da CONMEBOL). Essa competição aconteceu de 1960 até 2004 e foi muito valorizada, mas tinha limitações, pois envolvia só duas confederações.
Resistências
A proposta de eliminar a Data-FIFA em junho para acomodar o novo formato enfrenta resistência da UEFA, que usa essas datas para competições regionais importantes. A negociação entre a FIFA e as federações terrestres será crucial para minimizar conflitos e resistências, considerando o já abarrotado calendário internacional de futebol.
Expectativas para 2029
O Qatar, Espanha e Marrocos demonstraram interesse em sediar o torneio de 2029, destacando a crescente atratividade global da competição. A FIFA planeja realizar um processo formal de concorrência para escolher o país-sede, diferentemente da edição de 2025 destinada diretamente aos Estados Unidos.




