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Garrafinhas de água podem ter 40 mil vezes mais bactérias que um vaso sanitário

Por Alan da Silva
31/01/2026
Em Geral
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Imagem ilustrativa: Freepik

Imagem ilustrativa: Freepik

A garrafa de água reutilizável, popular por incentivar a hidratação sustentável, esconde um problema significativo de higienização. Estudos recentes mostram que esses recipientes, quando não devidamente limpos, podem conter até 20,8 milhões de unidades formadoras de colônias (UFCs) de micro-organismos, superando em 40 mil vezes a quantidade encontrada em assentos sanitários.

Este problema representa um risco substancial à saúde humana, principalmente para pessoas com sistemas imunológicos debilitados.

A presença de milhões de micro-organismos é resultado de práticas inadequadas de limpeza. Essa proliferação bacteriana ocorre quando a garrafa entra em contato com boca, mãos ou superfícies sujas.

Em apenas 24 horas, 75 mil bactérias podem se multiplicar exponencialmente no interior úmido e aquecido da garrafa. O crescimento desses patógenos pode levar a infecções gastrointestinais e respiratórias, destacando a importância de práticas de higienização eficazes.

Como os micro-organismos se proliferam

As garrafas de água criam um ambiente favorável para bactérias e fungos, que ali chegam através das mãos, boca e superfícies contaminadas. A umidade interna e temperaturas agradáveis facilitam a formação de biofilmes bacterianos, um risco oculto.

Estudos confirmam que a quantidade de bactérias pode aumentar drasticamente em curto período, acentuando a necessidade de lavar a garrafa regularmente.

Manter a garrafa limpa protege contra micro-organismos indesejados. O uso diário de água e sabão neutro é recomendado, complementado por escovas para limpar as áreas mais difíceis, como tampas e bocais. Além disso, uma desinfecção semanal com bicarbonato de sódio ou solução de água sanitária é eficaz na remoção de biofilmes resilientes.

Adotar uma rotina rigorosa de limpeza é fundamental. Garrafas de materiais como aço inoxidável ou vidro são preferíveis aos modelos plásticos por serem menos suscetíveis ao acúmulo de micro-organismos. Evitar o uso da garrafa para líquidos açucarados, que fomentam o crescimento bacteriano, também é crucial. 

Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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