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Governo cria novo método de pagamento para quem não tem cartão de crédito

Por Pedro Silvini
21/02/2026
Em Geral
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Maquininha e cartão

(Reprodução/Dreams Time)

O Banco Central colocou em fase decisiva o Pix Automático, novo modelo de pagamento recorrente que promete facilitar a vida de quem não possui cartão de crédito. A ferramenta, que substituirá gradualmente o débito automático tradicional, tem prazo de adaptação para bancos e empresas até abril de 2026.

A proposta é permitir que contas como internet, academia, escola ou streaming sejam pagas automaticamente via Pix, diretamente da conta do cliente, mediante autorização prévia no aplicativo do banco.

O sistema permite que empresas solicitem autorização para realizar débitos mensais diretamente na conta do consumidor. A principal diferença em relação ao Pix Agendado é que o pagamento não precisa ser programado manualmente todo mês.

O processo funciona assim:

  1. O cliente autoriza uma única vez o pagamento recorrente no aplicativo do banco;
  2. Pode definir regras, como valor máximo por cobrança;
  3. A empresa envia a cobrança dias antes do vencimento;
  4. O banco agenda o pagamento e notifica o cliente;
  5. O usuário pode conferir e cancelar até a meia-noite do dia anterior ao débito.

Segundo o Banco Central, o pagador será avisado cerca de 10 dias antes da cobrança. O serviço será gratuito para o consumidor.

A autorização pode ser cancelada a qualquer momento pelo próprio cliente.

O novo modelo surge como uma alternativa relevante para milhões de brasileiros que não possuem cartão de crédito ou enfrentam limite reduzido. Hoje, muitas assinaturas e serviços digitais exigem cartão para pagamentos recorrentes.

Com o Pix Automático, a cobrança será feita diretamente na conta bancária, ampliando o acesso a serviços e reduzindo a dependência do crédito.

Menos transações que o Pix tradicional

Apesar da inovação, o volume de operações tende a ser menor do que o do Pix comum. Enquanto transferências via chave Pix podem ocorrer diariamente, o Pix Automático será usado principalmente para faturas mensais.

Por exemplo, se um cliente usar a modalidade para pagar a conta de internet, serão apenas 12 transações ao longo do ano.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), um dos entraves para a expansão do sistema é o custo de adaptação tecnológica das empresas. Muitas companhias já possuem sistemas próprios de automação de cobrança e ainda não modernizaram suas plataformas.

O Banco Central classifica o Pix Automático como uma evolução tecnológica do débito automático tradicional, eliminando a necessidade de convênios específicos entre empresas e bancos.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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