O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março de 2026 começa no dia 18 de março, quando os primeiros beneficiários passam a receber o auxílio. O valor mínimo garantido pelo programa é de R$ 600 por família, mas em muitos casos o pagamento pode ultrapassar esse valor devido aos adicionais destinados a crianças, gestantes e jovens.
O calendário segue o modelo tradicional de repasses escalonados conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Os primeiros a receber são os beneficiários com NIS final 1, enquanto os demais pagamentos seguem até o final do mês.
De acordo com o cronograma oficial, os depósitos ocorrerão nas seguintes datas:
- NIS final 1: 18 de março
- NIS final 2: 19 de março
- NIS final 3: 20 de março
- NIS final 4: 23 de março
- NIS final 5: 24 de março
- NIS final 6: 25 de março
- NIS final 7: 26 de março
- NIS final 8: 27 de março
- NIS final 9: 30 de março
- NIS final 0: 31 de março
Benefícios adicionais podem elevar valor
O programa possui um valor mínimo de R$ 600 por domicílio, composto pela chamada Renda de Cidadania, que paga R$ 142 por integrante da família, além de um Benefício Complementar para garantir o piso do auxílio.
Além disso, existem pagamentos extras para determinados perfis de beneficiários:
- R$ 150 por criança de até 6 anos
- R$ 50 para gestantes
- R$ 50 para jovens de 7 a 17 anos
- R$ 50 para bebês de até 7 meses
Com esses adicionais, muitas famílias acabam recebendo valores superiores ao mínimo de R$ 600.
Quem pode receber o Bolsa Família
Para ter direito ao benefício, é necessário que a renda mensal familiar seja de até R$ 218 por pessoa. O cálculo é feito somando a renda total da família e dividindo pelo número de moradores da casa.
Também é obrigatório cumprir algumas condições, como:
- manter crianças e adolescentes frequentando a escola;
- realizar acompanhamento pré-natal no caso de gestantes;
- manter vacinação atualizada.
Atualmente, o programa atende cerca de 18,7 milhões de famílias no Brasil, o que representa aproximadamente 48,9 milhões de pessoas, com um desembolso mensal do governo federal estimado em R$ 12,7 bilhões.
Para entrar no programa, a família precisa estar registrada no Cadastro Único (CadÚnico), realizado nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) dos municípios. Estar inscrito, no entanto, não garante automaticamente o recebimento do benefício, já que o cadastro ainda passa por análise do governo.




