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Grande supermercado do Nordeste é notificado após vender alimentos com mofo e insetos

Por Pedro Silvini
10/02/2026
Em Geral
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loja supermercado

(Reprodução/IStock)

Um supermercado da rede Frangolândia, localizado no bairro Aldeota, em Fortaleza, foi notificado nesta segunda-feira (9) pelo Procon Fortaleza após a constatação da venda de alimentos impróprios para consumo, como legumes com mofo, insetos e sinais de apodrecimento. A medida foi tomada depois de denúncias feitas por consumidores no fim de semana.

O presidente do Procon Fortaleza, Wellington Saboia, classificou o caso como grave e destacou o risco à saúde pública.

“As imagens são impressionantes. Alimentos com mosquitos, mofo e perfurações, sendo vendidos naturalmente, como se estivessem em pleno estado de comercialização. Isso demonstra descaso com a saúde e a segurança dos consumidores”, afirmou.

Segundo o órgão, a Vigilância Sanitária e outros setores de fiscalização também serão comunicados para adoção das medidas cabíveis.

(Reprodução/Procon)

As reclamações chegaram ao Procon no domingo (8), acompanhadas de imagens que mostravam batatas, chuchus, pimentões e outros alimentos em condições sanitárias inadequadas. Segundo os consumidores, os produtos eram comercializados normalmente, com preços que chegavam a R$ 18,90 o quilo, apesar do estado visivelmente deteriorado.

Diante da gravidade da situação, o órgão determinou a retirada imediata dos itens das prateleiras e notificou o supermercado para prestar esclarecimentos formais.

Rede já teve outra unidade interditada

Esta não é a primeira vez que a rede enfrenta problemas sanitários. Em outubro de 2025, uma unidade do Frangolândia no bairro Maraponga foi interditada por falta de condições adequadas de funcionamento, o que aumenta a gravidade do novo episódio.

O Código de Defesa do Consumidor, no artigo 18, considera impróprios para consumo produtos deteriorados, adulterados ou em desacordo com normas sanitárias, proibindo sua exposição e venda.

De acordo com o Procon, a prática pode resultar em interdição do estabelecimento e multas que podem chegar a R$ 18 milhões, dependendo da reincidência e da gravidade da infração.

Consumidores que identificarem irregularidades podem registrar denúncia pela Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone 151.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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