Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão perceber um impacto direto no 13° salário. A atualização do novo salário mínimo nacional, oficializada pela Portaria Interministerial MPS/MF N° 13, beneficiará principalmente aposentados e pensionistas, resultando na possibilidade de a primeira parcela do abono ultrapassar R$ 4 mil.
O novo valor do salário mínimo, reajustado para R$ 1.621, representa um aumento de 6,79%. Importante para o cálculo do 13° salário, o teto do INSS elevou-se para R$ 8.475,55. Assim, a primeira parcela do 13° salário, paga sem deduções, pode chegar a R$ 4.237,77 para quem está no teto dos benefícios.
Veja o calendário do 13º do INSS, recentemente antecipado:
- 1ª parcela (abril/maio): 24/04 a 08/05 (paga junto com o benefício mensal).
- 2ª parcela (maio/junho): 25/05 a 08/06 (com desconto de imposto de renda, se houver).
Impacto do reajuste no 13° salário
O reajuste de 3,9% alterou diretamente o valor do 13° salário, componente essencial no orçamento de muitos brasileiros. Este abono, pago em duas parcelas, oferece ao segurado a metade do valor mensal do benefício, livre de descontos.
O reajuste faz com que aqueles que recebem o teto do INSS possam atingir uma primeira parcela de até R$ 4.237,77.
Quem recebe e quem não recebe o 13° salário
O direito ao 13° salário inclui aposentados, pensionistas e usuários de auxílio-doença. Em contrapartida, os benefícios de natureza assistencial, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), não integram esse pagamento adicional.
Em 2026, as mudanças implementadas pelo INSS, incluindo o reajuste do teto, podem aliviar financeiramente milhões de beneficiários. A expectativa é que este incremento no valor do 13° salário colabore para o equilíbrio financeiro de quem depende do benefício.




