Em 2026, milhões de brasileiros aguardam o pagamento do 13º salário do INSS, uma gratificação importante para muitos beneficiários. No entanto, nem todos os assistidos terão direito a esse abono. O 13º é destinado apenas aos recebedores de benefícios previdenciários, como aposentados e pensionistas.
Aqueles que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), não terão acesso a essa gratificação. Este benefício é assegurado por contribuições previdenciárias realizadas durante a vida laboral e não se aplica a auxílios de caráter assistencial.
Excluídos do 13º
Os principais excluídos do 13º salário do INSS são os beneficiários de programas assistenciais, como o BPC, destinado a idosos e pessoas com deficiência em situação de baixa renda. Esse benefício é financiado pela assistência social, não pelas contribuições previdenciárias dos trabalhadores.
Além do BPC, a Renda Mensal Vitalícia e outros auxílios de natureza não contributiva também estão fora do abono. Esses benefícios são projetados exclusivamente para garantir o mínimo de sobrevivência, sem incluir direitos adicionais como o 13º.
Salário-maternidade
O salário-maternidade, embora categorizado como previdenciário, tem uma peculiaridade no pagamento do 13º. Ele é incorporado proporcionalmente, sem depósito separado, o que pode gerar confusão entre os beneficiários.
De acordo com as normas previdenciárias, este benefício visa garantir apoio financeiro durante o período de afastamento, mas não inclui um abono extra como o 13º pago aos aposentados e pensionistas.
Perspectiva para 2026
Atualmente, não há informações oficiais sobre mudanças no pagamento do 13º do INSS em 2026. Tradicionalmente, o pagamento é dividido em duas parcelas, uma prática que deve se manter este ano, a menos que o Governo Federal determine uma antecipação.
Decisões especiais, como antecipação de pagamentos, necessitam de decretos governamentais. Aqueles excluídos do 13º, como os beneficiários do BPC, devem considerar alternativas financeiras.




