Desde que Estados Unidos e Israel se juntaram para lançar ataques coordenados contra o Irã no dia 28 de fevereiro, o conflito no Oriente Médio continua se estendendo. Depois que o Irã fechou o Estreito de Ormuz, importante rota de petróleo, o conflito se tornou ainda mais preocupante para o mundo todo, com os preços de combustíveis aumentando por toda a parte. Mas será que o conflito pode chegar ao fim em breve? Se depender do Irã, a resposta até pode ser sim… mas com algumas condições.
O presidente* do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, que estaria disposto a encerrar a guerra se tiver garantia de que novos ataques contra o país não vão acontecer. “Nunca buscamos tensão ou guerra em nenhum momento, e temos a determinação necessária para pôr fim a esta guerra se as condições exigidas forem atendidas, especialmente as garantias necessárias para evitar a repetição da agressão”, afirmou Pezeshkian, segundo o Brasil 247.
*O país conta com um presidente e com um líder supremo, figuras diferentes.
O presidente iraniano ainda argumentou que ações do país não atacaram a soberania de nações vizinhas, já que ataques do Irã contra países vizinhos tiveram como alvo bases dos Estados Unidos nesses territórios. Ele ainda criticou os vizinhos por não cumprirem sua “responsabilidade internacional” de impedir que seus territórios fossem usados em ataques contra o Irã.
Trump afirmou que guerra contra o Irã está “perto do fim”
Em discurso na última quarta-feira (1º), o presidente dos Estados Unidos afirmou que o conflito está perto do fim e que deve durar mais duas a três semanas. Ele ainda reiterou que os ataques iniciados pelos EUA e por Israel foram para garantir que o Irã não obtivesse uma arma nuclear e que foi “necessário para a segurança dos Estados Unidos e a segurança do mundo livre”.




