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Lei Maria da Penha mudou: Lula adiciona 3 novas punições a agressores

Por Pedro Silvini
09/04/2026
Em Geral
0
Violência Nordeste

Foto: (Reprodução/Freepik)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (9) três projetos de lei que ampliam os mecanismos de combate à violência contra a mulher no Brasil. As mudanças reforçam a aplicação da Lei Maria da Penha e introduzem novas punições para agressores, além de medidas preventivas.

Entre as principais alterações está a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica em casos considerados de risco iminente para a vítima, medida que antes era facultativa.

Com a nova legislação, agressores poderão ser obrigados a utilizar tornozeleira eletrônica de forma imediata quando houver ameaça à integridade física ou psicológica de mulheres e crianças. A decisão poderá ser tomada inclusive por delegados de polícia em locais onde não há juiz disponível, ampliando a rapidez na aplicação de medidas protetivas.

Outra mudança relevante é o aumento da pena para quem descumprir medidas judiciais já impostas. A punição, que atualmente varia de dois a cinco anos de reclusão, poderá ser ampliada entre um terço e metade, dependendo do caso.

Além disso, a vítima poderá contar com dispositivos de segurança que alertam sobre a aproximação do agressor, reforçando a proteção preventiva.

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Vicaricídio passa a ser crime hediondo

Uma das principais inovações é a criação do crime de vicaricídio, caracterizado pelo assassinato de filhos ou pessoas próximas com o objetivo de atingir emocionalmente a mulher. A prática passa a ser considerada crime hediondo, com penas que variam de 20 a 40 anos de prisão.

A tipificação responde a casos recentes que ganharam repercussão nacional e evidencia o endurecimento das leis em situações de violência extrema.

Nova data e foco em políticas públicas

O pacote sancionado também institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres Indígenas, a ser celebrado em 5 de setembro. A medida busca ampliar a visibilidade de casos que afetam populações historicamente vulneráveis.

Durante a cerimônia, o presidente destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher exige não apenas medidas punitivas, mas também ações educativas e políticas públicas contínuas. Autoridades presentes reforçaram que, apesar do aumento de medidas protetivas nos últimos anos, os casos de feminicídio ainda representam um desafio no país.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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