Milhares de brasileiros, em 2026, enfrentam a ludopatia, vendendo bens pessoais, como móveis, para financiar o vício em jogos de azar. Reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde e classificada pelo código CID F63.0 no Brasil, essa compulsão se intensifica em um ambiente onde cassinos online e apostas virtuais são facilmente acessíveis.
Esse transtorno é agravado pela dopamina liberada no cérebro durante o jogo, que reforça o comportamento autodestrutivo.
A ludopatia, semelhante a outras dependências como o alcoolismo, leva indivíduos a um ciclo de perda financeira e conflitos pessoais. Para quem busca tratamento, a terapia e apoio em grupo são fundamentais.
Identificando o vício em jogos
O vício em jogos pode começar como passatempo, mas rapidamente evolui para um sério problema. O reconhecimento dos sinais é crucial para evitar consequências financeiras e emocionais.
A busca por ajuda profissional, incluindo terapia e grupos de apoio, é essencial para interromper esse ciclo de dependência.
No Brasil, a partir de 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) identificou um aumento considerável no número de atendimentos relacionados a esse transtorno.
Medidas governamentais
Para controlar a expansão dos jogos online, o governo brasileiro implementou a Lei nº 14.790/2023. A regulamentação obriga as plataformas a adotar mecanismos de proteção ao usuário, como limites de depósito e opções de autoexclusão.
A Secretaria de Prêmios e Apostas supervisiona o mercado, garantindo que essas diretrizes sejam seguidas, com a exigência de presença física no Brasil e domínio “.bet.br”.




