A Copa do Mundo Feminina de 2027 representará um marco significativo para o Brasil, sendo a primeira vez que o país sediará o torneio. Prevista para acontecer de 20 de setembro a 20 de outubro, essa competição oferece não apenas uma oportunidade esportiva, mas também uma chance de superar o histórico vexame da seleção masculina em 2014, quando o Brasil foi derrotado por 7 a 1 pela Alemanha.
O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vê no evento um potencial para promover o reconhecimento do futebol feminino e enfrentar as disparidades de gênero no esporte.
O Brasil se prepara para essa grande oportunidade com uma série de medidas e investimentos. O Ministério do Esporte, em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), está trabalhando para garantir as condições ideais para o evento.
Essa aliança tem como objetivo não apenas a realização de um torneio bem-sucedido, mas também o avanço contínuo do futebol feminino no país.
Lula isenta jogadores por derrota de 2014
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratou de questões polêmicas envolvendo a Copa do Mundo de 2014 durante evento nesta quinta-feira (26). Na ocasião, em Brasília, ele abordou acusações de corrupção no torneio, afirmando que elas eram infundadas e investigadas pelo Tribunal de Contas da União.
Em 2014, o Brasil enfrentou expectativas elevadas como anfitrião da Copa do Mundo. No entanto, suspeitas de corrupção nas obras dos estádios pairaram sobre o evento. Lula declarou que o Tribunal de Contas da União analisou as denúncias e não encontrou evidências de corrupção.
O presidente associou a derrota de 7 a 1 da seleção brasileira para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014 a um ambiente de tensão criado por “mentiras” sobre corrupção nas obras dos estádios.
“Nós temos que nos redimir com o que aconteceu em 2014, foi um vexame. E não foi um vexame dos jogadores. O Brasil vivia um momento muito delicado, um momento muito irritante, muito nervoso”, afirmou o presidente durante o evento em Brasília.



