A mansão von Richthofen, cenário de um crime notório em 2002, tornou-se um ponto de atração indesejado em São Paulo. Desde então, a propriedade, localizada no bairro Campo Belo, permanece desocupada e abandonada. Vendida em 2014 por R$ 1,6 milhão, a casa nunca foi habitada pelos novos proprietários, atraindo curiosos e fãs de true crime.
O interesse renovado pelo caso de Suzane von Richthofen, impulsionado por produções recentes sobre crimes reais, fez com que mais visitantes se dirigissem à mansão. Jovens frequentemente se reúnem para tirar selfies e gravar vídeos na frente do portão. Esse fluxo constante de visitantes perturbou a rotina dos moradores da região, causando preocupações relacionadas à segurança.
Problemas estruturais e comunitários
A mansão, alvo de vandalismo, apresenta maçanetas arrancadas e um matagal crescente no quintal. A falta de uso e de vigilância do imóvel aumenta o receio de que ele sirva de esconderijo para criminosos.
A Associação de Moradores do Campo Belo discute estratégias para pressionar o proprietário a solucionar problemas como esses. Além disso, a piscina acumulou água parada, contribuindo para riscos à saúde, como criadouros de mosquitos da dengue.
Repercussões para o bairro
A situação da mansão afeta diretamente a qualidade de vida dos moradores e a segurança do bairro Campo Belo. O imóvel deteriorado e sua crescente fama como “turismo criminal” perturbam a tranquilidade local.
A comunidade e as autoridades aguardam ações concretas dos proprietários para mitigar os impactos negativos e restaurar o sossego no bairro.
Até o momento, não há informações sobre futuros planos ou medidas efetivas por parte dos novos proprietários.




