O julgamento envolvendo o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, está atualmente em andamento em Los Angeles. Em um caso iniciado em fevereiro de 2026, as alegações centram-se na suposta responsabilidade das plataformas como Facebook e Instagram em causar dependência nos jovens.
Este é um momento decisivo para Zuckerberg, que enfrenta um júri pela primeira vez para discutir a segurança e as responsabilidades dessas redes digitais.
Neste processo, uma jovem identificada apenas como K.G.M. alega que o uso excessivo de redes sociais desde a infância resultou em sérios problemas mentais. Os resultados deste julgamento poderão influenciar significativamente o setor de tecnologia e a forma como plataformas digitais devem operar para proteger seus usuários.
Redes sociais sob investigação
Além de Zuckerberg e suas plataformas, a Alphabet, proprietária do YouTube, também está na mira. O caso traça paralelos com ações judiciais do passado contra a indústria do tabaco, sugerindo que empresas de tecnologia têm negligenciado os danos causados aos jovens.
K.G.M. afirma que as redes sociais foram desenhadas para viciar, apontando para algoritmos que supostamente incentivam o uso compulsivo.
Especialistas destacam estudos que associam o uso exagerado de redes sociais a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. A determinação do tribunal pode criar um novo precedente jurídico acerca da responsabilidade civil das gigantes tecnológicas.
Defesa das plataformas digitais
A Meta sustenta que as acusações não refletem suas práticas, ressaltando os esforços para proteger menores com a implementação de ferramentas de controle parental e segurança.
Durante as audiências, representantes do Instagram e do YouTube também apresentaram seus argumentos. Esta disputa judicial potencialmente influenciará futuras regulamentações digitais.
O veredito deste caso pode resultar em uma série de novas ações judiciais nos EUA, caso fique comprovado que as redes sociais foram intencionalmente desenvolvidas para serem viciantes.




