A diretriz científica de 2025 da Associação Americana do Coração (AAC) consolidou as evidências sobre padrões alimentares para redução do risco cardiovascular.
Diferentemente de orientações anteriores focadas em nutrientes isolados, a nova abordagem estabelece hábitos comportamentais aplicáveis a todas as idades e contextos, incluindo residências, escolas e locais de trabalho.
9 hábitos recomendados pela AAC
O risco de doenças cardíacas começa a se acumular precocemente, desde o período pré-natal, e maus hábitos alimentares na infância contribuem para obesidade, hipertensão e diabetes tipo 2, condições que persistem na vida adulta.
A seguir, os 9 hábitos recomendados pela AAC:
1. Equilibrar calorias consumidas com atividade física diária.
2. Comer vegetais e frutas inteiros todos os dias.
3. Preferir grãos integrais em vez de refinados.
4. Escolher proteínas vegetais, peixes e laticínios magros.
5. Substituir gordura saturada por gordura insaturada.
6. Evitar alimentos ultraprocessados sempre que possível.
7. Limitar o consumo de açúcares adicionados.
8. Reduzir a ingestão de sódio e aumentar a de potássio.
9. Não consumir álcool ou mantê-lo no nível mais baixo possível.
Essas recomendações são respaldadas por estudos que associam dietas ricas em vegetais, frutas e grãos integrais a menores taxas de doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral.
Crianças e adolescentes devem realizar 60 minutos diários de exercício moderado a vigoroso, enquanto adultos necessitam de 150 minutos semanais de atividade aeróbica. O acompanhamento profissão é indispensável.
A adoção precoce desses hábitos contribui para a redução do acúmulo de fatores de risco ao longo da vida, e as orientações se aplicam a todos os ambientes alimentares, de restaurantes a escolas e locais de trabalho. Padrões como a dieta mediterrânea e a pescetariana são exemplos de abordagens alinhadas a essas diretrizes.




