O programa Contrata+Brasil, lançado pelo governo federal, tornou-se uma ferramenta importante para microempreendedores individuais (MEIs) em busca de oportunidades com órgãos públicos. Desde sua criação, a plataforma conecta pequenos empreendedores a entidades governamentais, simplificando contratações para serviços de manutenção e reparos.
Em 2026, o programa continua a operar em todo o Brasil, gerando cerca de R$ 13,7 milhões em renda direta para mais de 8 mil MEIs cadastrados.
Como funciona o Contrata+Brasil
Desde fevereiro de 2025, o Contrata+Brasil permite que órgãos públicos insiram suas demandas na plataforma. Os MEIs registrados recebem notificações sobre essas necessidades através de aplicativos de mensagem.
Eles podem então enviar propostas informando valor e prazo para execução dos serviços. A seleção do prestador é baseada no melhor preço e prazo oferecidos, agilizando contratações que tradicionalmente levam meses.
Esse processo dispensa licitações tradicionais. Os contratos são realizados por pronto pagamento, com limite de até R$ 13.098,41, reduzindo significativamente o tempo para a realização de serviços essenciais.
Como participar do Contrata+Brasil
Os MEIs interessados em participar devem acessar a plataforma oficial e cadastrar seus dados e CNPJ. É necessário estar registrado no Sistema de Cadastro Unificado de Fornecedores (Sicaf). A plataforma facilita este processo ao permitir que o registro no Sicaf seja concluído automaticamente, eliminando preenchimentos redundantes.
Além disso, estão disponíveis cursos online e cartilhas para auxiliar os microempreendedores no processo de adesão e participação na plataforma.
Expansão
Diversos estados e municípios, incluindo Piauí e Cotia, aderiram ao programa para facilitar o acesso a serviços locais. Essas regiões utilizam o Contrata+Brasil para beneficiar tanto a administração pública quanto os empreendedores.
Iniciativas locais demonstram a eficácia do sistema na simplificação de contratações e promoção do desenvolvimento econômico.
O programa está integrado ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), ampliando seu uso em instituições de ensino para serviços de manutenção e pequenos reparos.




