Em 2025, o empresário Graham Walker, nos Estados Unidos, decidiu distribuir parte de sua fortuna entre os funcionários da Fibrebond, empresa que liderava na Louisiana. Após a venda da fabricante de gabinetes para equipamentos elétricos para a multinacional Eaton por US$ 1,7 bilhão, Walker destinou cerca de R$ 2,4 milhões a cada um dos 539 colaboradores.
A distribuição ocorreu após Walker reservar 15% do valor da venda para os funcionários. Os bônus, concedidos ao longo de cinco anos, dependem da permanência dos colaboradores na empresa durante esse período.

Para os mais antigos, os valores foram ainda maiores, honrando décadas de serviço leal. Esta estrutura buscou tanto reter talentos quanto valorizar o esforço individual dentro da organização.
Transformações na economia de Minden
A cidade de Minden, onde a Fibrebond está localizada, sentiu imediatamente os efeitos da decisão de Walker. Os bônus distribuídos possibilitaram aos funcionários melhorar suas condições de vida, quitar dívidas e investir em negócios locais.
Este influxo de capital não apenas beneficiou os trabalhadores, mas também estimulou o comércio local e fortaleceu a economia do município de aproximadamente 12 mil habitantes.
Casos como o de Walker evidenciam um movimento crescente de reconhecimento no ambiente laboral. Tal prática é comparável à do empresário indiano Savji Dholakia, renomado por premiar seus funcionários com bens de alto valor.




