A prática de exercícios físicos pode desempenhar um papel crucial na prevenção do declínio cognitivo associado à demência, conforme revelam neurologistas renomados e instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em 2026, a OMS destaca que o envolvimento regular em atividades físicas é vital para manter a saúde cerebral. O movimento corporal constante gera neurônios e aumenta a plasticidade cerebral, aspectos essenciais para desacelerar condições neurodegenerativas.
A evidência científica atual sugere que o sedentarismo acelera processos neurodegenerativos, que podem começar até 30 anos antes dos sintomas se tornarem aparentes. Especialistas recomendam mudanças imediatas no estilo de vida para evitar a inatividade física.
Atividades simples, como caminhar ou realizar tarefas domésticas, já podem proporcionar ganhos significativos na saúde cognitiva, sublinhando a importância de integrar a atividade física ao cotidiano.
Ao El Tiempo, o neurologista David Pérez Martínez afirmou que os efeitos positivos da caminhada são observados a partir de 3.000 passos por dia. A OMS recomenda 10.000 passos diários.
Atividade física como aliada do cérebro
Estudos recentes enfatizam que o sedentarismo contribui para o acúmulo de proteínas beta-amiloide e tau no cérebro, fatores significativos no desenvolvimento do Alzheimer. O aumento da conscientização sobre a importância dos exercícios está impulsionando mudanças no comportamento.
A prática não precisa ser intensa; pequenos incrementos na intensidade e frequência do movimento aumentam significativamente os benefícios para o bem-estar neurológico.
A detecção e compreensão dos processos cerebrais na demência vêm avançando, trazendo novas esperanças. O foco na prevenção, particularmente através de exercícios, torna-se central.
A prática regular apoia a formação de novos vasos sanguíneos e melhora a circulação cerebral, essenciais para a neurogênese e a plasticidade sináptica, contribuindo para a manutenção da memória e funções cognitivas.




