Neymar surpreendeu torcedores ao aparecer pedindo uma camisa do Palmeiras em 2026. O episódio, no entanto, não representa nenhuma mudança de clube: o camisa 10 do Santos vai “vestir” a camisa alviverde apenas em casa, como parte de uma troca amistosa entre jogadores. O gesto aconteceu durante o confronto entre Brasil e Peru, pela Kings League, no domingo (11), e rapidamente viralizou nas redes sociais.
O momento aconteceu enquanto Neymar dividia a cabine da Madhouse TV com o atacante Vitor Roque, do Palmeiras, durante a transmissão da partida. Em clima descontraído, o craque santista deixou a rivalidade de lado e pediu uma camisa do Verdão ao jogador palmeirense, arrancando risadas e comentários entre os fãs.
A troca de camisas é um ato comum no futebol e costuma simbolizar respeito e amizade entre atletas, independentemente da rivalidade entre clubes. No caso de Neymar, o gesto ganhou ainda mais repercussão por envolver dois times historicamente rivais, Santos e Palmeiras.
Além de torcedor assumido da Kings League, competição criada por Gerard Piqué, Neymar também atua nos bastidores do torneio: ele é um dos presidentes da Fúria, equipe que disputa a liga brasileira da modalidade.
Foco segue no Santos para 2026
Apesar da brincadeira, o futuro esportivo de Neymar segue ligado ao Santos. O jogador renovou contrato e faz parte do planejamento do clube para a temporada 2026, ao lado de Gabigol, outra contratação de peso da diretoria alvinegra.
O técnico do Peixe, Juan Pablo Vojvoda, destacou a importância da dupla, mas deixou claro que espera comprometimento total com o projeto santista.
“Neymar e Gabigol conhecem muito o clube e se conhecem também. Mas eles vão querer o melhor para o Santos. Neymar teve gente que duvidava ano passado e ele, em momentos difíceis, fisicamente diminuído, teve a bandeira do compromisso”, afirmou o treinador.
Vojvoda reforçou ainda que não pretende dividir responsabilidades entre os dois astros. “Eu quero o máximo do Neymar e do Gabigol. Que eles somem e multipliquem para o bem do Santos. Vou exigir isso porque eles podem fazer”, completou.




