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Nome masculino que os pais davam aos bebês desapareceu dos registros

Por Pedro Silvini
11/01/2026
Em Geral
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bebê masculino

(Reprodução/IStock)

Nomes masculinos que marcaram gerações inteiras de brasileiros estão praticamente ausentes dos registros de nascimento atuais. Dados do Censo 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que opções antes comuns, repetidas em famílias, escolas e bairros, hoje se tornaram raridade entre os recém-nascidos.

Durante boa parte do século 20, era comum que mães escolhessem nomes já consagrados no convívio familiar ou comunitário. Nomes como Everaldo, Osvaldo, Genival, Cláudio e Valdemar estiveram entre os mais registrados por décadas e eram associados a respeito, formalidade e tradição.

O novo levantamento do IBGE, que analisou mais de 128 mil nomes próprios, revela que esses nomes praticamente desapareceram das certidões recentes. A mudança não ocorreu de forma abrupta, mas se consolidou com o passar dos anos, à medida que essas escolhas passaram a ser associadas a pais, tios ou avôs — e não mais a bebês.

Mudança de comportamento e influência cultural

Especialistas apontam que diversos fatores explicam essa transformação. Entre eles estão a influência da televisão, da internet e das redes sociais, a busca por nomes mais curtos e fáceis de pronunciar, além da preferência por sonoridades consideradas mais modernas ou internacionais.

Outro aspecto relevante é o desejo de muitos pais de evitar nomes fortemente ligados a gerações anteriores. Mesmo quando há valor afetivo ou histórico na família, a tendência tem sido optar por nomes que soem mais atuais e menos associados ao passado.

Os nomes que resistem — e os que surgem

Apesar da mudança no padrão, alguns nomes tradicionais continuam firmes entre os mais registrados. João, Antônio, Francisco, Pedro e Carlos seguem atravessando gerações e mantendo presença constante nos rankings.

Ao mesmo tempo, nomes como Lucas, Gabriel, Miguel e Davi ganharam força nos últimos anos. Gabriel, por exemplo, não figurava entre os dez mais registrados em 2010 e hoje aparece entre os favoritos dos brasileiros, sinalizando uma clara renovação no gosto dos pais.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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