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Nova estatal no Brasil para bebidas alcoólicas? Professor da USP propõe modelo estilo Petrobras

Por Alan da Silva
27/10/2025
Em Geral
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Foto ilustrativa: freepic.diller/Freepik

Foto ilustrativa: freepic.diller/Freepik

A crise de intoxicação por metanol no Brasil levantou sérias preocupações sobre a regulação das bebidas alcoólicas. Desde o início de 2025, o país registrou um aumento significativo nos casos de intoxicação, com o Ministério da Saúde confirmando 47 casos e nove mortes.

Dentre as vítimas, seis óbitos ocorreram em São Paulo, dois em Pernambuco e um no Paraná. O metanol, uma substância altamente tóxica, tem sido ilegalmente adicionado a bebidas, tornando urgente a busca por medidas rigorosas de controle sanitário.

Casos de intoxicação por metanol

Os números alarmantes impulsionaram ações das autoridades de saúde, como a Anvisa e o Instituto Adolfo Lutz, que estão investigando a origem das bebidas contaminadas. De todos os estados brasileiros, São Paulo destaca-se pela maior quantidade de casos confirmados, seguido por Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

Essa realidade expõe falhas no sistema atual de fiscalização e destaca a necessidade de uma revisão no modelo de regulação.

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Monopólio estatal

Diante dessa emergência, ganha força a discussão sobre a adoção de modelos de regulação mais rígidos, inspirados em países como Canadá e Suécia. Estes países implementam um regime monopolista estatal para a distribuição de bebidas alcoólicas, assegurando controle rigoroso sobre qualidade e distribuição.

Em entrevista à BBC Brasil, o historiador Henrique Carneiro, professor de História Moderna da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Laboratório de Estudos Históricos das Drogas e da Alimentação (Lehda), defendeu o monopólio estatal sobre a distribuição de bebidas alcoólicas no atacado.

No contexto brasileiro, tal modelo não apenas reforçaria a fiscalização, mas também destinaria recursos adicionais para setores como saúde e educação.

Implementar um sistema semelhante no Brasil envolve diversos desafios. É necessário reformular o atual cenário econômico e fortalecer a infraestrutura de fiscalização. 

Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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