O Nubank encerrou o quarto e último trimestre do ano passado com um lucro líquido de US$ 894 milhões, um avanço de 50% em relação ao mesmo período em 2024. É o maior lucro já registrado pela fintech, inclusive superando bancos tradicionais como o Itaú Unibanco. O roxinho encerrou o último trimestre de 2025 com um ROE (retorno anualizado sobre o patrimônio líquido) de 33%, quatro pontos percentuais acima do registrado no ano anterior. Em comparação, o Itaú Unibanco encerrou o trimestre com um ROE de 23%.
Para o diretor financeiro da Nubank, Guilherme Lago, o que impulsionou o aumento de lucro foi a expansão da base de clientes, a maior receita por cliente ativo e a estabilidade no custo de servir. “O Nubank adicionou 4 milhões de clientes no quarto trimestre e 17 milhões ao longo de 2025, crescimento anual de 15%. A base total alcançou 131 milhões de clientes globalmente”, aponta o Investidor 10.
CEO da Nubank cometa os resultados da fintech
“Esses resultados demonstram nossa capacidade de combinar crescimento com disciplina e lucratividade consistente, enquanto continuamos investindo em nossos mercados principais”, declarou o fundador e CEO da fintech, David Vélez.
Porém, de acordo com o Investidor 10, apesar desses resultados aparentemente muito promissores, as ações da fintech ainda tiveram o pior desempenho entre as instituições financeiras da América Latina em 2026. Segundo o site, esse desempenho fraco das ações da Nubank refletem “preocupações do mercado com o impacto da inteligência artificial no setor”.
Mesmo assim, depois de fechar o pregão regular com alta de 0,85%, os papéis ganharam força no after-market. Segundo o Investidor 10, eles avançaram 2,64% com a divulgação dos resultados.




