Jurassic World: Domínio, lançado em 2022, se destacou não apenas pela sua trama, mas também pelos altos custos que o classificaram como o filme mais caro já produzido. O longa-metragem, dirigido por Colin Trevorrow e estrelado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, alcançou uma bilheteria global de 1 bilhão de dólares, o que ajudou a compensar parte do investimento total de 584 milhões de dólares. A produção envolveu diversos desafios que elevaram significativamente os gastos.
A produção de Jurassic World: Domínio enfrentou aumentos no orçamento devido a vários fatores, incluindo a pandemia de COVID-19. As filmagens foram prolongadas por protocolos de segurança, elevando as despesas inicialmente planejadas.
O orçamento, segundo relatos, superou o de Star Wars: O Despertar da Força, anteriormente considerado um dos mais caros, com cifras entre 306 milhões e 533,2 milhões de dólares.
Os custos elevados se devem também à necessidade de efeitos especiais avançados para representar dinossauros de forma realista. A escolha das locações e a reunião de um elenco composto por atores já conhecidos também contribuíram para a situação.
Apesar do sucesso nas bilheterias, o filme foi um fracasso de crítica, com apenas 29% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Incentivos fiscais
Apesar dos custos astronômicos, parte do impacto foi reduzido por incentivos fiscais concedidos pelo governo do Reino Unido. Esse apoio financeiro ajudou a minimizar o custo final para a Universal Pictures.
Ainda assim, a crítica especializada não refletiu o mesmo sucesso que a bilheteria, oferecendo opiniões variadas sobre a qualidade do filme.
Os investimentos na produção exibiram um retorno positivo em termos de arrecadação, justificando o planejamento de uma continuação.




