No Rio de Janeiro, em 2026, o Profeta Gentileza, também conhecido por José Datrino, continua a ressoar com suas pregações e arte. Desde a década de 1980, suas mensagens de gentileza se espalham pelas ruas da cidade, criando um impacto duradouro com suas palavras pintadas nas pilastras do Viaduto do Caju.
José Datrino nasceu em 11 de abril de 1917 e faleceu em 29 de maio de 1996. Após o incêndio do Gran Circus em 1961, abandonou sua transportadora para pregar espiritualidade no Rio de Janeiro, eternizando mensagens de amor e civilidade nos murais do Viaduto do Gasômetro.
Datrino é autor da frase “gentileza gera gentileza”. O lema de reciprocidade significa que atos de bondade, respeito e afeto inspiram outras pessoas a retribuir da mesma forma.
A atuação de Gentileza ocorreu por meio de suas pregações e murais, que continuam a ser um símbolo de transformação e poder da palavra. Ele deixou um legado de 56 murais entre o Cemitério do Caju e o Terminal Rodoviário do Rio de Janeiro.
Murais que contam histórias
Os murais de Gentileza no Rio de Janeiro, além de artísticos, são uma expressão de sua visão de mundo. Eles convidam ao diálogo e incentivam a comunidade a enxergar a cidade por meio de uma lente de amor e solidariedade.
A presença contínua de suas obras nas ruas proporciona um espaço para reflexão coletiva, lembrando que a beleza pode ser encontrada na simplicidade e no respeito entre as pessoas.
A cidade do Rio de Janeiro permanece um testemunho vivo da mensagem de Gentileza. Os murais que ele deixou são parte integrante da paisagem urbana, atuando como lembretes constantes do valor da gentileza e da bondade.




