De tempos em tempos, o mundo das dietas tem uma nova obsessão. Há uns anos atrás, era cortar o carboidrato. Agora, as paixões da vez são o “proteinmaxxing” e, ainda mais recentemente, o “fibermaxxing”. Em ambos, a ideia é bem parecida: maximizar o consumo de certos nutrientes, no primeiro caso, as proteínas, no segundo, as fibras. Mas será que essas práticas podem representar algum perigo para a sua saúde? Continue lendo que nós vamos te explicar.
Antes de tudo, vamos entender o que essas tendências prometem. No caso de “proteinmaxxing”, a obsessão por proteínas, a ideia é que “mais é sempre melhor” quando se trata do macronutriente. A ideia é aumentar ao máximo o consumo de proteínas, prometendo uma melhora da reparação de tecidos ou o fortalecimento do sistema imunológico.
Já o “fibermaxxing”, a mania de aumentar absurdamente o consumo de fibras, prega que a prática vai ajudar a manter um intestino mais regulado, evitando constipação e inchaços. Os defensores da prática ainda afirmam que, aumentando o consumo de fibras, você vai sentir menos fome.
Querendo ajudar, o “proteinmaxxing” e o “fibermaxxing” podem acabar atrapalhando?
Como você talvez saiba, as proteínas e as fibras realmente entregam os benefícios que as práticas prometem… mas a questão é que mais nem sempre é melhor. Consultado pela AFP, Arch Mainous, professor de Saúde Comunitária e Medicina de Família na Universidade da Flórida, demonstrou preocupação com as pessoas aceitando conselhos de saúde muito generalizados de influenciadores. “Se você diz que um é bom, cinco é melhor? Eu não concordo muito com isso”, comentou o professor.
Ao invés de tentar aumentar ao máximo o seu consumo de proteínas e fibras, converse com o seu médico para saber exatamente o quanto você deveria estar consumindo desses nutrientes.



