Thomas Edison, renomado inventor da lâmpada elétrica, tem seu legado técnico revivido em 2026. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, revisitaram sua invenção de 1901, a bateria de níquel-ferro, adaptando-a para armazenamento de energia solar.
Esta atualização tecnológica visa aumentar a adoção global de energias renováveis. A inovação busca maximizar a eficiência energética em sistemas solares, sem comprometer a sustentabilidade.
Após quase 125 anos esquecida, a bateria de níquel-ferro, uma das inovações de Edison, ressurge com melhorias significativas. No início do século 20, Edison enfrentou desafios com a capacidade de armazenamento das baterias para veículos elétricos.
Em contraste à dominância dos motores a gasolina, sua invenção não prosperou na época. Hoje, graças a novas tecnologias, a bateria se moderniza, superando obstáculos anteriores.
Atualizações técnicas
A bateria de níquel-ferro foi atualizada com tecnologias de ponta, resultando em tempos de recarga mais rápidos e durabilidade aprimorada. A bateria, agora, suporta mais de 12 mil ciclos de carga e descarga, mesmo que este número ainda não seja amplamente verificado.
Tais características são promissoras para o armazenamento de energia solar noturno. No entanto, a produção em larga escala e o custo de fabricação permanecem desafios a serem superados.
Impacto no mercado de energia
Esta bateria renovada não é apenas uma teoria. Está em testes ao longo de diversos projetos na área de energia solar. O objetivo é impulsionar a viabilidade econômica e ambiental das usinas solares globalmente.
Se bem-sucedido, este avanço pode reduzir significativamente a dependência de combustíveis fósseis, alinhando-se a uma tendência global de busca por soluções energéticas mais sustentáveis.
Com a crescente necessidade de redução das emissões de carbono, a modernização da bateria de Edison é extremamente oportuna. Utilizando materiais comuns, como níquel e ferro, o avanço poderia tornar o armazenamento de energia renovável mais acessível.



