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Receita Federal emite alerta para brasileiros que realizam chamadas de vídeo

Por Pedro Silvini
23/01/2026
Em Geral
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Receita Federal

(Reprodução/Agência Brasil)

A Receita Federal emitiu um alerta à população sobre uma nova modalidade de golpe que vem se espalhando pelo país e envolve chamadas de vídeo, uso de documentos forjados e ameaças de punições fiscais. Criminosos se passam por servidores da Receita ou por policiais, utilizam dados reais das vítimas e tentam induzir pagamentos via PIX ou o fornecimento de informações sensíveis.

De acordo com a Receita Federal, o contato inicial geralmente ocorre por ligação telefônica. Em seguida, os golpistas solicitam que a conversa migre para uma chamada de vídeo, momento em que exibem supostos crachás, intimações e documentos falsos para dar aparência de legitimidade à fraude.

Durante a abordagem, os criminosos citam operações reais, como a chamada “Carbono Oculto”, e afirmam que o nome da vítima teria aparecido em investigações ou documentos apreendidos. Para aumentar a credibilidade, mencionam dados verdadeiros, como nome completo e CPF, e passam a exigir novas informações.

Em alguns casos, as vítimas são orientadas a clicar em links, assinar eletronicamente um falso “termo de confidencialidade” ou confirmar dados pessoais. A Receita Federal reforça que esse tipo de procedimento é fraudulento.

Em nota, o órgão esclarece que não realiza abordagens por telefone, WhatsApp ou videochamadas, não solicita confirmação de dados pessoais por esses meios e não envia links para regularização ou cobrança de débitos.

Também não existe qualquer pedido de assinatura eletrônica durante ligações nem exigência de sigilo sobre supostas investigações em andamento.

Mensagens falsas circulam no WhatsApp

Outro golpe que tem se intensificado envolve mensagens enviadas pelo WhatsApp, supostamente em nome da Receita Federal. Os textos alertam para “irregularidades graves” no CPF e direcionam a vítima a links falsos para regularização e pagamento.

As mensagens costumam exibir logotipos da Receita Federal e do governo federal e, em alguns casos, partem de números com origem internacional, como do Reino Unido. O conteúdo traz o nome completo e o CPF do destinatário, o que aumenta o risco de a pessoa acreditar na fraude.

Uma das versões afirma: “Irregularidade fiscal grave detectada. Recebemos um alerta referente ao seu CPF devido à existência de taxas pendentes não regularizadas”, e ameaça com bloqueio de contas bancárias, suspensão de benefícios sociais e restrições no Banco Central.

Sites falsos imitam páginas oficiais

Os links direcionam para páginas que simulam portais do governo, com títulos como “Consulta Judiciária Federal”, brasões da República e campos para digitação do CPF. Após o preenchimento, o site informa a existência de um suposto processo judicial e apresenta uma falsa intimação fiscal.

Os textos citam artigos de lei, instruções normativas e até exibem uma assinatura que imita a do secretário especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, para reforçar a sensação de autenticidade.

Ao final, a vítima é informada sobre uma dívida — geralmente de baixo valor, como R$ 419 — e recebe a oferta de quitação com “desconto”, por meio de pagamento via PIX. O dinheiro, porém, é direcionado a intermediadoras de pagamento que não identificam o destinatário final.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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