O amor do brasileiro pela pizza tem endereço certo. São Paulo é oficialmente a segunda cidade que mais consome pizza no mundo, ficando atrás apenas de Nova York, nos Estados Unidos. Os dados foram divulgados pela Associação de Pizzarias Unidas do Brasil e reforçam o protagonismo da capital paulista quando o assunto é uma das comidas mais populares do planeta.
De acordo com a Associação de Pizzarias Unidas do Brasil, cerca de 1 milhão de pizzas são produzidas diariamente em todo o país. Desse total, aproximadamente 572 mil unidades são consumidas apenas no estado de São Paulo, o que representa mais da metade da produção nacional.
Os números foram divulgados em reportagem do portal g1 e confirmam a capital paulista como o principal polo pizzaiolo do Brasil.
Outro levantamento, realizado pela São Paulo Convention & Visitors Bureau, aponta que os paulistanos chegam a consumir mais de 700 pizzas por minuto, dado que ajuda a dimensionar a força desse mercado na cidade.
Terra da Garoa tem mais de 4,5 mil pizzarias
Não faltam opções para quem aprecia a iguaria. São Paulo conta com mais de 4.500 pizzarias espalhadas pela cidade, incluindo estabelecimentos que funcionam 24 horas por dia. A variedade de sabores, estilos e faixas de preço ajudou a consolidar a capital como referência mundial no setor.
Criada há mais de 15 anos, a Associação de Pizzarias Unidas do Brasil atua na organização do segmento e promove eventos como a Copa Brasileira de Pizzarias, que valoriza a criatividade e a qualidade dos profissionais do ramo.
Só perde para Nova York no ranking global
Segundo o g1, São Paulo ocupa a segunda colocação no ranking mundial de consumo de pizza, atrás apenas de Nova York, considerada a capital global da pizza. O dado reforça a influência cultural da imigração italiana na formação gastronômica paulista e o hábito consolidado de consumo entre os moradores.
Além do apetite por pizza, São Paulo também lidera indicadores sociais. Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), calculado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o estado apresenta os melhores números de qualidade de vida do Brasil, considerando saúde, educação e renda — ficando atrás apenas do Distrito Federal, que não é classificado como estado.




