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Starbucks trancou lojas e demitiu cerca de 900 funcionários nestes países

Por Pedro Silvini
04/12/2025
Em Geral
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A Starbucks anunciou no mês de outubro o fechamento de lojas pouco lucrativas nos Estados Unidos e no Canadá, além da demissão de cerca de 900 funcionários corporativos, como parte de um amplo plano de reestruturação avaliado em US$ 1 bilhão. A medida sinaliza uma das maiores contrações recentes da marca, que por anos foi símbolo de expansão ilimitada no varejo global.

Segundo a empresa, 1% das unidades da América do Norte será fechada ainda este mês. O CEO Brian Niccol afirmou que as lojas encerradas não estavam “alinhadas ao que nossos clientes e parceiros esperam” ou não geravam lucro.

“Ainda há muito a ser feito para construir uma Starbucks melhor, mais forte e resiliente”, disse Niccol em comunicado no site da rede.

Mudanças no consumo e mais concorrência explicam retração

Analistas afirmam que a empresa enfrenta transformações profundas no mercado. A combinação de inflação, migração de consumidores para fora dos grandes centros após a pandemia e a ascensão de concorrentes — como cafeterias independentes e redes como Blue Bottle, Dutch Bros e Blank Street — pressionou o faturamento.

Dados da consultoria Placer.ai mostram que o fluxo de clientes diminuiu em áreas urbanas onde a Starbucks possui contratos de aluguel caros, acelerando a decisão de fechar lojas.

Além disso, os preços elevados afastaram parte da clientela: uma pesquisa do UBS revelou que 70% dos consumidores pretendem reduzir visitas à Starbucks devido ao custo das bebidas. O impacto é ainda maior entre pessoas com renda abaixo de US$ 100 mil por ano.

Rede tenta voltar às origens para recuperar público

A Starbucks vive um momento delicado: as vendas em lojas abertas há pelo menos um ano caíram por seis trimestres consecutivos, e as ações acumulam queda de cerca de 9% no ano.

Para reverter o cenário, Niccol — conhecido por recuperar Chipotle e Taco Bell — aposta em um retorno às características que consagraram a marca como um “terceiro lugar” entre casa e trabalho. Entre as mudanças já implementadas estão:

  • volta das tradicionais doodles dos baristas nas embalagens;
  • retorno das estações de açúcar e leite de autosserviço;
  • corte de 30% do cardápio;
  • fim da política de banheiros abertos para não clientes;
  • demissão de 1.100 funcionários corporativos no início do ano;
  • renovação de 1.000 lojas com foco em permanência e conforto.

A rede planeja reformar todas as lojas próprias nos EUA ao longo dos próximos três anos.

Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista em formação pela Universidade de Taubaté (UNITAU), colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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