Mix Conteúdos Digitais
  • Início
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • PUBLICIDADE LEGAL
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados

“Super MEI” está parado e muitos podem ser desenquadrados em 2026

Por Alan da Silva
07/01/2026
Em Geral
0
Foto: prostooleh/Freepik

Foto: prostooleh/Freepik

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal (CAS) aprovou mudanças significativas para os microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil. Com o projeto, o limite de receita bruta anual passa para R$ 140 mil, substituindo o valor atual de R$ 81 mil.

O novo regime, denominado “Super MEI”, foi idealizado pela senadora Ivete da Silveira, visando corrigir uma defasagem inflacionária de 10 anos.

A proposta foi aprovada no dia 22 de outubro de 2025, durante reunião da CAS. O objetivo principal é impulsionar a formalização de novos empreendedores e fortalecer a economia do país.

Entretanto, o projeto segue parado no Senado, sem ter sido devidamente aprovado em plenário e sancionado pelo presidente da República. Isso significa que, em 2026, aqueles que ultrapassarem o limite de receita bruta anual de R$ 81 mil podem ser desenquadrado da modalidade MEI. 

Desenquadramento do MEI

O desenquadramento do MEI e a forma de recolhimento de tributos dependem do percentual de faturamento excedente. Quando o excesso é de até 20% do limite anual, alcançando R$ 97.200, o empreendedor permanece no regime até 31 de dezembro, mantendo o pagamento do DAS-MEI.

No ano seguinte, é emitida uma guia complementar sobre o valor excedente, com encargos, e a empresa passa a ser Microempresa. Se o faturamento ultrapassar R$ 97.200, o desenquadramento ocorre de forma retroativa, exigindo comunicação imediata à Receita Federal e recálculo dos impostos desde janeiro, com juros e multas.

Super MEI

O “Super MEI” viabiliza para os microempreendedores que faturam entre R$ 81 mil e R$ 140 mil uma alíquota de contribuição de 8% sobre o salário mínimo. Para os que têm receitas até R$ 81 mil, a contribuição se mantém em 5%.

Essas mudanças oferecem um regime tributário que melhor se alinha às suas capacidades financeiras, beneficiando principalmente pequenos empresários. Acredita-se que essas novas regras vão estimular a formalização de negócios no Brasil. 

Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

Próximo post
banco master

Quem investiu no Banco Master vai receber quanto do FGC?

Confira!

Foto: USP Imagens

Governo anuncia aumento de R$ 1.556 no salário mínimo: trabalhadores elevam o patamar, mas como fica o poder de compra?

08/01/2026
Lula

Para reeleger Lula, Governo prevê o fim da escala 6×1 já em 2026

08/01/2026
ciclone

“Mini-furacão” está sendo formado ao Sul do Brasil e autoridades ligam o alerta

08/01/2026
  • Contato

Diário do Comércio | Mix

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Diário do Comércio | Mix