Trabalhadores brasileiros terão um início de fevereiro de alívio com novos benefícios que serão efetivados no mês. Uma das medidas estabeleceu um reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 em 2026. Essa política deve injetar mais de R$ 110 bilhões no mercado, conforme anunciado pelas autoridades econômicas.
A decisão de valorizar o salário mínimo visa estimular o poder de compra dos trabalhadores e fortalecer o consumo interno.
Esse reajuste do salário mínimo, junto com outras medidas econômicas, está projetado para ter um impacto direto na economia do país. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que apenas o aumento do salário mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia brasileira.
Essa movimentação financeira decorre principalmente do aumento no consumo de bens e serviços, aquecendo o comércio e a indústria locais. O fortalecimento do mercado interno é uma estratégia crucial para impulsionar o crescimento econômico sustentável.
Isenção do Imposto de Renda
Outra medida significativa é a isenção do Imposto de Renda para pessoas que ganham até R$ 5 mil por mês, que beneficiará cerca de 15 milhões de brasileiros.
Desse total, 10 milhões ficam isentos do imposto, enquanto 5 milhões terão redução no valor pago. A medida amplia o poder de compra, permitindo um maior fluxo de recursos na economia e ajudando a dinamizar ainda mais o mercado nacional.
Estratégia de valorização a longo prazo
A política de valorização do salário mínimo é parte de uma estratégia de longo prazo do governo para reduzir desigualdades e promover o desenvolvimento econômico sustentável.
Desde 2023, a fórmula que combina o reajuste do salário ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e à inflação tem garantido ganhos reais acima da inflação acumulada. Essa política não só estabiliza a economia, mas também melhora as condições de vida da população trabalhadora em todo o país.




