O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está novamente no centro das atenções. Neste mês de janeiro, ele expressou interesse em anexar a Groenlândia, um território semiautônomo da Dinamarca. Esta iniciativa gerou preocupação no Canadá, onde o governo também teme implicações para sua segurança nacional.
Com relações próximas e acordos de cooperação militar com os Estados Unidos, o Canadá observa a situação com apreensão. Trump citou razões de segurança nacional para justificar seu interesse na Groenlândia, destacando a posição estratégica da ilha no Ártico.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, está aumentando as medidas de defesa e busca diversificar parceiros comerciais, especialmente com a China. O Canadá é o segundo maior país do planeta em extensão territorial, ficando atrás apenas da Rússia.
Brasil no meio da tensão geopolítica
No Brasil, a situação é monitorada de perto devido à proximidade com os eventos na Venezuela. Analistas identificam que a política assertiva de Trump pode influenciar outras nações.
O Canadá, com uma extensa fronteira com os EUA, já enfrentou tensões anteriores sobre segurança nacional e tráfico de drogas, reforçando os temores atuais.
Papel da Groenlândia
A Groenlândia ocupa uma posição estratégica vital no Ártico, apontada por Trump como crucial para enfrentar ameaças de Rússia e China. Dinamarca e membros da OTAN declaram firmemente que qualquer tentativa de anexação é inadmissível, afirmando que a soberania da região pertence aos seus habitantes. =
Em resposta, Jens Frederik Nielsen, primeiro-ministro da Groenlândia, qualificou a anexação como uma “fantasia”.




