A cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, enfrenta uma emergência de saúde pública devido ao aumento de casos de chikungunya em 2026. O governo federal reconheceu oficialmente a situação após a confirmação de 1.414 ocorrências da doença na cidade.
Concentrados, em especial, na área urbana e na Reserva Indígena de Dourados, os casos alarmaram as autoridades locais e federais. A crise instaura medidas mais rigorosas para conter a situação.
Desde o final de março, esforços contínuos têm sido feitos para combater a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da chikungunya. A situação emergencial permitiu à administração local, liderada pelo prefeito Marçal Filho, implementar ações imediatas, como a eliminação de criadouros de mosquitos e campanhas de conscientização.
Intensificação das ações de controle
Com a publicação do decreto de emergência, ações específicas foram adotadas para combater o avanço da chikungunya em Dourados. O foco principal é a eliminação de focos de água parada, locais ideais para a proliferação do mosquito.
A população é constantemente convocada a colaborar, tanto em casa quanto em áreas públicas, através de orientações e campanhas de engajamento comunitário.
Além disso, estão sendo instaladas armadilhas para capturar mosquitos, ampliando o alcance da resposta às altas taxas de infecção. O governo investiu em Estações Disseminadoras de Larvicida para evitar novas infestações.
O surto em Dourados reflete uma tendência em todo o estado do Mato Grosso do Sul, que apresenta a maior taxa de incidência de chikungunya no Brasil neste ano de 2026. Outros municípios, como Jardim e Bonito, também registraram casos significativos. Dados indicam mais de 3.657 casos suspeitos em todo o estado, requerendo ações coordenadas.




